“Os cibercriminosos frequentemente se aproveitam de emoções humanas como medo, curiosidade, compaixão ou orgulho para enganar suas vítimas e fazê-las cair em um golpe”, afirma Donna Mattingly, diretora de educação e conscientização em segurança corporativa da Mastercard. Golpes de engenharia social podem ser usados para roubar dinheiro, instalar software malicioso (malware), acessar redes empresariais para obter informações privilegiadas ou derrubar redes de computadores inteiras. Pode ser difícil perceber o que os golpistas pretendem, já que seus esquemas se tornaram incrivelmente complexos.
Eles também se tornaram mais convincentes. Os golpistas cibernéticos criam sites falsos e identidades falsas elaboradas para enganar suas vítimas. E agora estão usando tecnologias de IA generativa para criar e-mails enganosos, ligações telefônicas (a IA generativa pode imitar as vozes de seus entes queridos), imagens e vídeos (conhecidos como deepfakes) tão sofisticados que são quase impossíveis de reconhecer como falsos.
Até mesmo pessoas treinadas para serem cautelosas podem ser enganadas, como demonstra um incidente recente em Hong Kong. Nesse caso, uma empresa financeira multinacional perdeu US$ 25,6 milhões quando um funcionário foi enganado e transferiu fundos da empresa para uma conta criminosa. Ele havia sido enganado por uma videoconferência deepfake com pessoas que pareciam e soavam como colegas, incluindo o diretor financeiro da empresa, mas que na verdade eram impostores gerados por computador.
Para se proteger de crimes cibernéticos, é útil saber que tipos de golpes existem, para que você possa evitá-los.