A equipe iniciou sua ascensão ao cume a partir do acampamento base de Barafu pouco antes da meia-noite de 6 de março, partindo em temperaturas congelantes e escuridão total e usando lanternas de cabeça para navegar pelo terreno íngreme e instável. A subida final foi exigente física e mentalmente, com altitudes elevadas e ventos frios tornando cada passo difícil, de acordo com Ron Talwalkar, vice-presidente de desenvolvimento de negócios que treinou durante quatro meses para conquistar o Kilimanjaro.
Ao longo dos seis dias de caminhada pela infame Rota Machame, a equipe percorreu uma média de oito horas por dia, adaptando-se gradualmente à altitude e ao terreno. Eles atravessaram quatro zonas climáticas distintas: floresta tropical, com vegetação densa e alta umidade; charneca, com trilhas abertas e flora singular; deserto alpino, conhecido por sua paisagem seca e rochosa e temperaturas extremas; e, finalmente, a zona ártica, perto do cume, onde o gelo e o vento apagaram todos os vestígios de vegetação.
A escalada foi um teste de resistência, mas o nascer do sol no Pico Uhuru, o ponto mais alto da África com 5.895 metros (19.340 pés), fez o esforço valer a pena.
“Escalar o Monte Kilimanjaro foi uma experiência inesquecível, mas a verdadeira recompensa veio de saber que nossos esforços dariam poder a mulheres empreendedoras em toda a África”, disse Talwalkar. “Essa jornada foi um exemplo perfeito de como o compromisso da Mastercard com a inclusão, a resiliência e a colaboração pode gerar um impacto real e duradouro.”