Beni, por exemplo, é uma extensão para navegadores web que simplifica a compra de produtos em segunda mão, reunindo opções disponíveis em diferentes plataformas. "Estou vendendo estilo, estou vendendo preço acessível", disse Sanner. “A sustentabilidade é um presente que você recebe ao fazer a compra.” Ao falar sobre a Lime, a empresa de compartilhamento de bicicletas e patinetes, Savage acrescentou: "Muitas vezes é mais barato, mais rápido e muito mais divertido andar de bicicleta do que de carro." Não há nada de errado em a opção sustentável também trazer mais alegria à sua vida.”
Outro fator-chave para o sucesso são as colaborações intersetoriais que ajudam a economia circular a expandir-se. “Não funciona a menos que façamos parceria”, disse Jackowski. “Ajudar empresas como a Lime e a Beni a terem sucesso ajuda-as, ajuda-nos [a nós, Mastercard], ajuda os consumidores — e ajuda o planeta.”
A Mastercard tem como objetivo inspirar, informar e capacitar empresas a fazerem escolhas mais conscientes em relação ao meio ambiente por meio de sua rede global, que inclui mais de 150 milhões de pontos de aceitação, milhares de parceiros bancários e mais de 3,4 bilhões de cartões em circulação.
O Mastercard Start Path recebeu recentemente um novo grupo de startups em seu programa de fintech emergente, todas dedicadas exclusivamente ao avanço do comércio circular por meio de tecnologias pioneiras para o consumo sustentável e a gestão do ciclo de vida de roupas e mercadorias. Elas incluem Save Your Wardrobe, Pentatonic, Circulae e Circulayo.
Olhando para o futuro, a Mastercard está focada em alavancar sua própria tecnologia de pagamentos e insights de dados para ajudar mais empresas e indivíduos a aproveitar a redução de custos e as oportunidades de crescimento que a economia circular oferece.
O painel da Solutions House deu o tom da Semana do Clima, destacando tanto a urgência quanto o otimismo. O impulso dado ao comércio circular demonstra que a inovação e a colaboração podem gerar progressos significativos rumo a uma economia mais eficiente em termos de recursos, próspera e recompensadora. Os participantes do painel enfatizaram que o futuro da circularidade reside no fomento da comunidade, na aplicação estratégica de capital, na criação de valor tangível e na ampliação de soluções que alcancem mais pessoas.
Olhando para o futuro, fica claro que a próxima onda de soluções climáticas será construída não apenas com base na tecnologia, mas também na responsabilidade compartilhada — um compromisso coletivo para sustentar o futuro, tornando as escolhas mais fáceis, mais agradáveis e mais impactantes para todos.