Quando a Apple introduziu pela primeira vez o reconhecimento de impressões digitais para desbloquear dispositivos em 2013, o mundo ficou estupefato. Agora, mais de uma década depois, o reconhecimento facial e de impressões digitais se tornaram padrão em nosso dia a dia.
No mundo digital de hoje, as senhas podem ser facilmente hackeadas, mas é difícil replicar o rosto de alguém em movimento. Em breve, em vez de digitar uma senha ao chegar ao trabalho ou passar o crachá na entrada do escritório, seu rosto, escaneamento da íris, voz ou até mesmo seu pulso poderão lhe dar acesso ao trabalho.
Além disso, para reduzir a dependência de senhas, muitas organizações começaram a adotar chaves de acesso, que utilizam a biometria do usuário em vez de uma senha para verificar sua identidade.
As chaves de acesso têm uma variedade de usos — você pode já tê-las encontrado ao fazer login em suas contas da Amazon ou da Apple. No mundo do comércio eletrônico, as chaves de pagamento oferecem uma maneira simples e segura para os clientes se autenticarem durante as transações.
Em agosto, a Mastercard lançou seu serviço Payment Passkey na Índia. Este serviço permite que os clientes confirmem pagamentos com impressão digital, reconhecimento facial ou PIN. Após a autenticação, o pagamento é concluído, aumentando a segurança e simplificando o processo de finalização da compra.
Além disso, os dados biométricos não são compartilhados com terceiros, nunca saem do seu dispositivo e são inúteis para fraudadores e golpistas.
Com o crescimento dos casos de uso de chaves de acesso, os líderes do setor estão confiantes na segurança da coleta de dados biométricos, frequentemente citando o reconhecimento facial da Apple como fundamental para a normalização dessa tecnologia.