À medida que a digitalização transforma indústrias, conecta pessoas e acelera o crescimento econômico, ela também traz novos desafios. O Panamá não é exceção: o avanço tecnológico ampliou as oportunidades, mas também tornou a segurança digital uma prioridade estratégica.
Com o objetivo de contribuir para o fortalecimento do ambiente digital do país, a Mastercard apresentou seu mais recente Cyber Insights Report Panamá, que analisa o panorama local de ameaças cibernéticas e oferece recomendações práticas para reforçar a ciberresiliência empresarial. O relatório revela que, durante 2024, os ataques cibernéticos semanais a organizações panamenhas cresceram 97%, atingindo uma média de 1.978 ataques por entidade. No total, o país recebeu mais de 4 bilhões de tentativas de ataque no último ano.
“A digitalização gera enormes oportunidades, mas também exige novas formas de gestão de risco. Para a Mastercard, a cibersegurança não é uma barreira ao progresso digital, mas sua melhor aliada. Por isso, desenvolvemos estudos como este e avançamos com uma estratégia holística de cibersegurança focada em avaliar, priorizar e abordar os riscos de maneira mais eficiente, dotando governos, empresas e cidadãos de ferramentas para se anteciparem a possíveis ameaças e construírem resiliência digital”, destacou Kristine Matheson, líder de cluster para a América Central na Mastercard.
Um olhar sobre o ambiente digital panamenho
O relatório também identifica os setores mais afetados no país: o financeiro e o industrial, com uma média de 2.595 ataques semanais por organização. O setor bancário, altamente digitalizado, foi um dos principais alvos devido ao valor e à sensibilidade das informações que gerencia. Os ataques focaram particularmente em ativos físicos (22%), informações financeiras de clientes (14,6%) e informações internas das empresas (14,3%). Entre as ameaças mais comuns, foram encontrados malware (32%), ransomware (23%), ataques à cadeia de suprimentos (19%) e phishing (13%).
Construir resiliência começa por compreender o risco
O Cyber Insights Report propõe que, diante deste ambiente dinâmico, é fundamental que as organizações adotem uma abordagem de cibersegurança mais integral, que inclua tanto sua infraestrutura quanto suas redes de fornecedores e parceiros. Nesse contexto, a Mastercard identifica quatro linhas de ação prioritárias:
· Visibilidade dos riscos: detectar vulnerabilidades não apenas internas, mas ao longo de toda a cadeia de suprimentos.
· Planos de resposta eficazes: capacitar as equipes por meio de simulações e protocolos claros para incidentes.
· Adoção de novas tecnologias com abordagem preventiva: avaliar como poderiam ser exploradas por agentes maliciosos antes de implementá-las.
· Reforço de medidas básicas: muitas ameaças continuam usando técnicas tradicionais, por isso manter controles essenciais continua sendo crítico.
Tecnologia a serviço de um ambiente digital mais seguro
Como parte de seu compromisso com a proteção do ecossistema digital, a Mastercard investiu mais de US$ 10,7 bilhões nos últimos seis anos no desenvolvimento de capacidades globais de cibersegurança, inteligência artificial e prevenção de fraudes. Esses investimentos se traduzem em soluções específicas colocadas a serviço de seus clientes e aliados, como:
· NuDetect: que permite validar identidades utilizando biometria comportamental.
· RiskRecon: para avaliar riscos de cibersegurança em terceiros.
· CyberQuant: ferramenta que mede a maturidade cibernética de uma organização.
· Cyber Insights: que fornece inteligência atualizada sobre ameaças emergentes.
"A Mastercard processa mais de 159 bilhões de transações por ano e opera em mais de 210 países e territórios, o que lhe permite ter uma visão única do panorama global de ameaças cibernéticas. Hoje, mais do que nunca, proteger o ambiente digital não é uma opção: é uma responsabilidade compartilhada. Na Mastercard, continuaremos a impulsionar esta agenda com inovação, colaboração e compromisso de longo prazo, ajudando nossos clientes a garantir sua cibersegurança, da mesma forma que protegemos uma das redes de serviços digitais mais amplas e confiáveis do mundo”, concluiu Matheson.