A concorrência era a palavra de ordem quando a União Europeia abriu as comportas do open banking com a sua Diretiva de Serviços de Pagamento revista (PSD2). A ordem permanece válida. Mas outro fator está agora a ganhar força devido ao aumento da concorrência: a inclusão financeira.1
A sua importância em todos os países desmente a ideia errada de que a inclusão financeira é gratuita e carece de modelos de negócio sustentáveis. Em vez disso, tornou-se uma proposta atraente para bancos e empresas de tecnologia financeira (fintechs), caso saibam aproveitar as oportunidades adequadamente.
A inclusão financeira, que deixou de ser uma extensão opcional do open banking, passa a refletir, em diferentes países, os níveis relativos de importância atribuídos ao tema e a atualidade de pronunciamentos formais sobre o assunto.¹