Como nativos digitais, os membros da Geração Z sentem-se muito à vontade com a tecnologia e foram pioneiros na adoção de experiências e ferramentas de banco digital. Pesquisas da Ernst & Young, por exemplo, mostram que eles têm até três vezes mais probabilidade de usar opções de pagamento modernas, incluindo carteiras digitais, aplicativos de pagamento ponto a ponto e planos "Compre agora, pague depois", do que outras gerações.
Seguindo essa mesma linha de raciocínio, a Geração Z frequentemente busca opções de "autoatendimento" em sua jornada bancária digital, que lhes permitem acessar informações, ferramentas e serviços sem precisar entrar em contato com o banco. Uma pesquisa da Datos Insights, apresentada em um novo relatório de pesquisa da Ethoca, descobriu que cerca de dois terços dos consumidores com conhecimento de tecnologia trocariam (ou estão dispostos a trocar) de banco por recursos como gerenciamento de disputas, controles de assinatura e gerenciamento de devolução de compras que lhes permitem gerenciar essas atividades por meio de seu aplicativo de banco digital.[¹]
Ao mesmo tempo, 75% dos consumidores entrevistados pela Datos afirmaram que os aplicativos precisam ser fáceis de usar, caso contrário, não os utilizarão.
Isso significa que é fundamental que os bancos ofereçam recursos que permitam aos consumidores de todas as idades realizar suas operações de forma autônoma, garantindo ao mesmo tempo uma experiência simples e intuitiva.