Há dois anos, sabíamos que queríamos seguir uma direção que priorizasse o digital. A qualidade dos dados, a velocidade e a segurança foram fatores importantes. O setor de hipotecas estabelece um padrão elevado para os dados financeiros usados na análise de crédito, por isso precisávamos de um provedor digital com padrões rigorosos. Sabendo que a plataforma de open banking da Finicity (agora totalmente pertencente à Mastercard) lidera o setor, com a maior parte do seu tráfego proveniente de conexões de dados diretas, recorremos a eles em busca de soluções de última geração. Com a ajuda deles, fizemos a transição para um processo de verificação de ativos digitais, integrando-o ao nosso sistema de tecnologia de subscrição.
Mas chegar a este ponto não foi um caminho totalmente tranquilo. A transição dos agentes de crédito para um processo digital foi um desafio, embora tenha aumentado a eficiência de seus fluxos de trabalho e ampliado seus processos. Os métodos tradicionais de verificação de bens, renda e emprego de um mutuário estão em desuso, mas ainda resistem. Documentos em papel, telefonemas, e-mails, arquivos de dados estruturados e tecnologias digitais legadas têm sua utilidade, mas a maneira mais eficiente e segura de verificar as informações do mutuário é por meio de conexões diretas de dados.
Após o mutuário dar sua permissão, o banco fornece um token que pode ser usado para acessar diretamente os dados financeiros do mutuário. Isso significa que as credenciais não são armazenadas, tornando o processo mais seguro e permitindo o acesso direto aos dados das contas correntes e de poupança. Também podemos atualizar esses dados conforme necessário, sem ter que voltar atrás e pedir permissão renovada ou localizar mais documentos.