9 de setembro de 2025
Em 2030, a economia mundial será sustentada por uma rede fluida de milhares de milhões de dispositivos interligados, agentes autónomos e contas que comunicam entre si e que estão constantemente a manter e a melhorar o motor da era da informação. O amadurecimento de novas tecnologias, como a IA generativa, representará uma oportunidade para uma era dourada de crescimento económico global.
Mas este futuro depende de tornar a segurança e a privacidade fundamentais para estas novas plataformas, uma vez que os cibercriminosos utilizarão estes avanços para lançar ataques cada vez mais sofisticados. O crime organizado, as nações rebeldes e os agentes mal-intencionados com motivações políticas melhoraram as suas capacidades, criando identidades sintéticas para cometer fraudes, com direito a histórico pessoal, presença na internet, publicações nas redes sociais, fotos, áudios e vídeos de uma pessoa inventada. Dentro de momentos, a IA permitir-lhes-á analisar vastos conjuntos de dados para determinar que informação é mais útil para roubar e quem seria o alvo mais fácil. Esta é uma corrida ao armamento que os setores público e privado não se podem dar ao luxo de perder.
A forma como os governos e as empresas lidarem com todas estas mudanças nos próximos cinco anos determinará a trajetória da economia global, bem como quais as empresas que sobreviverão e prosperarão. As estratégias de cibersegurança das empresas necessitarão de ser ágeis, responsivas a mudanças inesperadas e estar em constante evolução, dado que o ciclo de avanços tecnológicos deverá acelerar muito mais rapidamente.
“Garantir o amanhã: Preparar-se para um futuro sempre ligado e impulsionado pela IA” examina como as tecnologias concebidas com foco na segurança irão impulsionar novos serviços e experiências, e analisa algumas das formas mais promissoras pelas quais a IA, a inteligência digital e outras ferramentas que estão a ganhar aceitação irão rapidamente transformar o comércio digital. O estudo analisa também como os sistemas de segurança evoluirão para ferramentas mais sofisticadas, em camadas e focadas na prevenção, para enfrentar uma nova geração de ciberameaças. Por fim, o relatório mostra como a Mastercard já está a apoiar os seus clientes e o ecossistema em geral no meio destas mudanças, oferecendo um roteiro para apoiar o trabalho que todas as organizações — desde agências governamentais a pequenas lojas de bairro — terão de realizar para se prepararem para este futuro.